• SEIColab
  • SEIGEO
  • Infovis

Pesquisadores, estudantes e gestores das iniciativas pública e privada estão convidados a debater o tema Estratégias de crescimento econômico com redução das desigualdades, no XIX Encontro de Economia Baiana (EEB). O evento será realizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGE) da Faculdade de Economia da Universidade Federal da Bahia (FE/UFBA), nos dias 24 e 25 de abril, no auditório da FE/UFBA (Praça da Piedade, n. 6, Salvador). As inscrições são gratuitas e estão abertas no site eeb.sei.ba.gov.br

O encontro vai abordar os desafios e possibilidades para o alcance do crescimento econômico com redução da pobreza e das desigualdades na Bahia e Brasil e vai reunir economistas especializados nas áreas tributária, fiscal, indústria, investimentos públicos e políticas sociais, entre outras.

Entre os conteúdos, será abordada a reforma tributária recente e suas repercussões no desenvolvimento de longo prazo no Brasil e nos estados. Os debatedores serão Marcelo Lettiere, auditor fiscal da Receita Federal, doutor em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e professor colaborador da Universidade Federal do Ceará, com experiência na área da Economia do Setor Público, entre outras; e Reinaldo Sampaio, economista com especialização em Economia Mineral, membro do Conselho Regional de Economia da Bahia (Corecon-BA).

A retomada das políticas sociais, principalmente o bolsa família, como forma de minimizar a pobreza e as desigualdades será outra vertente. O assunto será tratado pelos professores da Faculdade de Economia da UFBA Stélio Lombardi Filho, doutor em Economia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional  (Cedeplar/UFMG), e Julyan Gleyvison Lins, doutor em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco.

Além disso, o evento vai tratar do dilema do déficit fiscal zero, autonomia do Banco Central e a estratégia de investimentos públicos, com os professores da UFBA Fabrício Pitombo Leite, doutor pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e Nuno Jorge Sampaio, graduado pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, mestre em Economie Internationale et Regulation pela Université Paris 13 (Paris-Nord) e doutor em Economia pela University of London. 

Por fim, haverá o debate sobre os vetores de desenvolvimento da economia baiana, principalmente no que concerne à indústria, com a participação do professor da UFBA Leonardo Bispo, doutor pela Unicamp, e Carlos Danilo Almeida, economista da  Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB).

Data: 02/04/2024

Fonte: Ascom/SEI

Em fevereiro de 2023, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou aumento de 4,9% frente ao mês imediatamente anterior, após ter registrado queda em janeiro com taxa de -0,2%. O crescimento foi acima da média nacional (-0,2%) e segunda maior taxa entre os estados pesquisados, atrás apenas de Pernambuco (8,8%). Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou queda de 6,1%. No período de janeiro a fevereiro de 2023, o setor industrial acumulou taxa negativa de 8,3% e no indicador acumulado dos últimos 12 meses acumulou taxa positiva de 1,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento.

Na comparação de fevereiro de 2023 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou queda de 6,1%, com seis das 11 atividades pesquisadas assinalando recuo da produção. O setor Extrativo (-48,4%) registrou a maior contribuição negativa, devido principalmente à queda na produção de óleos brutos de petróleo e gás natural. Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Derivados de petróleo (-10,1%), Couro, artigos para viagem e calçados (-12,4%), Borracha e material plástico (-5,3%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-14,5%) e Minerais não metálicos (-2,4%). Por sua vez, o segmento de Produtos alimentícios (7,9%) exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior fabricação de leite em pó, manteiga de cacau e carnes de bovinos frescas ou refrigeradas. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (9,1%), Bebidas (17,9%), Celulose, papel e produtos de papel (1,9%) e Produtos químicos (0,6%).

No acumulado do ano (janeiro a fevereiro de 2023), comparado com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 8,3%. Oito dos 11 segmentos contribuíram para o resultado, com destaque para o segmento de Derivados de petróleo (-13,4%), que registrou a maior contribuição negativa, devido à queda na produção de óleo diesel e gasolina. Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Extrativa (-44,9%), Produtos químicos (-7,8%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-17,5%), Couro, artigos para viagem e calçados (-8,0%), Metalurgia (-2,3%), Minerais não metálicos (-5,4%) e Borracha e material plástico (-0,3%). Por sua vez, o segmento de Produtos alimentícios (9,1%) exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior fabricação de leite em pó, manteiga de cacau e resíduos da extração de soja. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Bebidas (15,5%) e Celulose, papel e produtos de papel (3,1%).

No indicador acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a produção industrial baiana registrou aumento de 1,2%. Quatro dos 11 segmentos da Indústria geral contribuíram para o resultado, com destaque para o segmento de Derivados de petróleo (15,1%) que exerceu a principal influência positiva no período. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Celulose, papel e produtos de papel (3,9%), Minerais não metálicos (4,6%) e Bebidas (3,2%). Por outro lado, Metalurgia (-31,6%) registrou a maior contribuição negativa. Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Extrativa (-18,9%), Produtos alimentícios (-5,8%), Produtos químicos (-2,1%), Borracha e material plástico (-4,4%) e Couro, artigos para viagem e calçados (-1,1%).

Acesse o boletim completo.

Fonte: Ascom/SEI
Data: 26/04/2023 

Informações territoriais, ranking de competitividade dos estados e inovação no setor público foram temas que a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) apresentou hoje (03/03) aos procuradores, analistas e técnicos da Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE). 

O evento aconteceu no auditório da PGE-BA e teve mesa de abertura com a participação da procuradora geral do Estado da Bahia, Bárbara Camardelli, o diretor geral da SEI, José Acácio Ferreira, o procurador geral adjunto para assuntos administrativos, Ricardo José Villaça, a procuradora chefe do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento, Renata Fabiana Silva, e a chefe de gabinete da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Mara Souza.

“Somos uma engrenagem de execução das políticas públicas do Estado, e para entender e executar bem nossa parte nesse processo é preciso conhecer a realidade da Bahia. Por isso a SEI é uma instituição importantíssima e essencial”, disse a procuradora geral do Estado da Bahia, Bárbara Camardelli, sinalizando que “este encontro foi a pedra fundamental de uma parceria que se aprofundará”.

Na área da inovação, o diretor José Acácio apresentou o processo de adequação da SEI em Instituição de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICT) e a decisão estratégica de qualificar o órgão no sentido da transformação para o governo digital e a inovação na governança de dados. 

“Estamos fortalecendo parcerias no sentido do desenvolvimento da cultura da inovação no serviço público e atuando para o fortalecimento do ecossistema baiano de inovação para além do Estado. As recentes articulações entre a SEI, o Centro de Inovação da PGE, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado, a Fapesb, caminham para conformar uma nova cultura no setor público”, afirmou. 

O evento contou também com as apresentações dos diretores da SEI Armando Castro, de Indicadores e Estatística, e Cláudio Pelosi, de Informações Geoambientais.

Fonte:ASCOM/SEI
03/03/2023

O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) solicitou apoio do Tribunal de Contas da União (TCU) na análise do processo referente à Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). O pedido foi encaminhado no dia 24 de junho, ao ministro Aroldo Cedraz, relator do processo que é pré-requisito para a conclusão das obras do trecho 1, entre Ilhéus e Caetité. As informações foram analisadas pela equipe de Conjuntura Econômica da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.

O vice-governador João Leão (PP), afirmou que a obra está na pauta do governo federal e deve ser retomada em breve. Segundo o líder do PP na Bahia o projeto já tem vários pontos quase concluídos e precisa apenas de obras de conclusão em outros.

De acordo com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), a ferrovia será fundamental para o desenvolvimento da Bahia. A estrada de ferro pretende acelerar o desenvolvimento dos municípios ao longo dos seus mais de 1000 km, principalmente dos setores de mineração e do agronegócio.

Segundo o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, “a Fiol é uma obra que vai fazer com o interior da Bahia aquilo que o Polo Petroquímico fez com a Região Metropolitana de Salvador. Esta é uma obra que precisa ser compreendida de maneira mais ampla, é um projeto estruturante. Não é uma chuva no sertão, é um rio perene que vai continuar passando”.

A agropecuária responde por 48,2% do pessoal ocupado no agronegócio baiano em 2019, conforme estimativa apresentada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A estimativa considera as pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas em relação à força de trabalho.

O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), calculado pela SEI, apresentou, em maio, um quadro de menor confiança comparativamente ao observado no mês anterior. Trata-se do quarto recuo consecutivo. A queda na confiança de abril a maio aconteceu de forma generalizada, com todos os quatro grupamentos (agropecuária, indústria, comércio e serviços) registrando pessimismo.

Os detalhamentos dos setores, destacando alguns fatores que podem afetar as atividades de cada um, podem ser acessados no boletim completo no site da SEI clicando aqui!

 

 

A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia presta uma homenagem ao economista Rômulo Almeida, por ocasião dos 105 anos de seu nascimento, no próximo domingo. Rômulo nasceu no dia 18 de agosto de 1914, em Salvador, e morreu em 25 de novembro de 1988, em Belo Horizonte. Ao longo de sua extensa carreira como economista, ele atuou em diversos campos e foi responsável por inúmeros projetos, que tiveram reflexo profundo nas vidas de todos os brasileiros. Entre esses projetos estão a idealização da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, Banco do Nordeste, Petrobras, Eletrobras, Polo Petroquímico e tantas outras iniciativas que alavancaram o Brasil, o Nordeste e a Bahia.

 

Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia
Av. Luiz Viana Filho, 4ª Av., nº 435, 2ª andar, CAB, Salvador, Bahia
CEP 41.745-002
Telefone: (71) 3115-4733

Localização

OGE - Ouvidoria Geral do Estado
3ª Avenida, nº 390, Plataforma IV, 2º andar, Sala 208, CAB, Salvador, Bahia
CEP 41.745-005
Telefone: (71) 3115-6454
Horário de funcionamento: 8h às 18h

Localização

Exerça sua cidadania. Fale com a Ouvidoria.

Free Joomla! templates by Engine Templates